domingo, 27 de janeiro de 2008
Que mudanças!!!
Saudades de minha terrinha, da praia, dos amigos, da farrinha.
Oh, vida! Porque que tem que ser assim?
Diga-me, como mudas o caminho sem jamais ser sozinho, como mudar sem mudar?
O fim de um provisório ciclo representa passagem para uma futura mudança, as nossas vidas devem conter constantemente releituras...
As releituras são importantes para a vida não cair na rotina. Mudar sem pensar se mudar é de suma relevância para florear o bem viver.
E assim se muda mudando mesmo sem mudar
Pensemos que a gente tem sempre que abrir não de alguma coisa, desprender-se mesmo que isso nos cause uma dor, é o primeiro passo para nos aprimorarmos espiritualmente e intelectualmente.
Por: Daniela, Rudival e Ítalo. Em 12/01/08, na Ribeira.
UMA AUSÊNCIA PRESENTE
À beira do mar
Tudo está lá
Mas faltou você
O “você” não faltou se temos em nossas peles a brisa do encanto mar e a presença de pessoas maravilhosas
Não, faltou VOCÊ para compartilhar esses momentos de pura satisfação e prazer. Ah! Se VOCÊ estivesse aqui...
Esse aqui seria outro, Esse lugar, o mar
Essa noite...
E marcou essa tarde
Com sua estranha presença
Ah! Você!!!
O “você” dos sonhos íntimos e avassalador de pensamento
Faltou a Lua Cheia para iluminar esta noite “boêmia” e de papos... muitos papos
E assim se fecharam as portas de um caminho
Enquanto uma cadeira mascara você
Por: Rudival, Daniela e Ítalo. Em 12/01/08, na Ribeira.
O " TUDO"
O tudo pode parecer o nada, mas o nada pode significar tudo quando finalmente conheci a Ribeira (rsrsrs)
Você precisa conhecer a Ponta do Humaitá, ver o pôr do sol de lá, e sentir o quanto a vida é bela. É o tudo está lá!!!
E assim a terra se estende ao mar. Como o detalhe enriquece o tudo e sua falta nos chama a atenção!!!
Cada detalhe adotado é uma conquista, uma vitória para todos nós que sempre estamos em busca do tudo, mas o tudo é inexplicável.
E o nada o que é? Será que existe?
Uma mão sem dedos,
Uma vida sem sonhos,
Uma seta que não consegue curvas...
Ou talvez um sonho que não consiga se realizar
Por: Ítalo, Daniela e Rudival. Em 12/01/08, na Ribeira.
domingo, 5 de agosto de 2007
PRAZER
Prazer, satisfação contagiante que acalma e relaxa como algo inexplicável.
Prazer é isso: foi o siri, a cerveja, a conversa. Sem querer acho que já expliquei. A.... o meu prazer, que deveria ser inexplicável, acabou sendo explicitado, pelas coisas mais simples, como Tinga, por exemplo.
Fato simples no conversar de uma colega. Enquanto a praça, ciumenta nos assiste triste.
Ah... o prazer...os prazeres.
Por: Marta, Aline, Ítalo, Rudival e Daniela, em 04/08/07.
DROGAS
Tudo, ou quase tudo, é uma droga.
A droga é quase tudo ou é tudo uma droga.
Droga, mais o que é droga afinal?
É tudo!
Será que ainda não entendestes isto?
A droga, pelo que tenho sabido, sou eu é você, é o mundo. A droga é tudo!
Só não é, o “Nós” Pudera também, né?
Mas considerado uma droga, aquela droga que nos instiga a escrever e é como meu ou alguma coisa doce: Sempre nos fascina.
Ainda assim, a poesia nos assiste do banco da praça, enquanto uma fumacinha distante curte uma nuvem que se aproxima. Ah!!!
Por: Daniela, Marta, Aline, Ítalo e Rudival, em 04/08/07
Uma tarde nomeio da praça
Achei minha tarde perdida numa ruazinha simples
Com mesa e cadeiras à rua com amigos a conversar
Como algo extremamente prazeroso e envolvente
Salvo por pensar que minha tarefa não foi perdida. E, para confirmar que a tarde não foi tão simplória quanto pareceu, recito os trechos daquele que se estivesse aqui, teria dado a devida importância ao momento: “Eu é que não me sento no trono de um apartamento, com a boca aberta, cheia de dentes, esperando a morte chegar!!!”
Não acho que foi perdida, afinal de contas, a vida é para ser vivida e aproveitada.
Por: Rudival, Daniela, Marta, Aline e Ítalo, em 04/08/07
No mundo há muitas armadilhas e é preciso quebrá-las
No mundo há muitas armadilhas e eu, como um rato atrás do queijo, caí em uma delas.
Hoje, me vendo como um rato já não me sinto como uma vítima.
Me sinto como uma grande armadilha.
Armadilha de um mercado, de uma corrente econômica ou de uma simples frase “para todos as coisas existe um mastercard”
Mas ainda prefiro a armadilha da poesia, onde sou rato e sou queijo, até um smartcard
Ou ainda, o rato e o queijo na armadilha do amor, ou dos amores.
Podemos decidir se seremos o rato ou a armadilha
Por: Aline, Ítalo, Rudival, Daniela e Marta, em 04/08/07.
Sem cara
Tristeza e hipocrisias mil na tentativa de maquiar a cara do Brasil
Oh! Brasil, preferia ser poeta....
Para maquiar a sua história, a sua vida, as suas hipocrisias
Para vender um país que não existe e que talvez nunca existirá
“Brasil, mostra a tua cara!!!” , pois, eu, sei que não pago, para A GENTE ficar assim.
Por: Ítalo, Rudival, Daniela, Marta e Aline, em 04/08/07.
quinta-feira, 19 de julho de 2007
Um pensamento literário...
“ Os encontros de leitura são agregações humanistas que estimulam a descoberta de emoções e sentimentos provocados pelo ato de ler, possibilitando aflorar memórias individuais de sensível riqueza. São trocas afetivas, depoimentos, oficinas, contação de histórias, contos e cantos para embalar todas as idades.”
Jorge Araujo
A beleza que escapa
Se a beleza resistisse ao meu olhar
O profundo que vai em tua alma
Descubriria seus sonhos, teus desejos
Quem sabe os medos, os teus passados?
Tudo a se descobrir
Em você e em mim o encoberto do mundo
A iluminar nossas almas, obscurecer nossos caminhos, entrelaçar nossas almas, direcionar nossos corpos, entorpecer nossos infinitos
Com dedos, boca, corpo completo e a alma
E tudo o que o infinito e o não permitido permitir.
Por: Gil, Dani, Rudival e Ítalo em 09/06/07
DESEJOS
Milho, espiga, canjica, bolo
Imagens e saudades de um mês
O mês à flor da pele dos sentimentos
A se prender em sonhos partidos em mim
Que migraram de ti para me completar
O frio nos ajuda a nos aquecer
A nos manter mais juntos ainda
Vestidos de morte com os sonhos do mundo
Que nos pipoca e êxtase tornando-nos homogeneamente um.
Por: Gil, Dani, Rudival e Ítalo em 09/06/07
JUNHO CERTEIRO
É mês de junho
E o frio diurno se perde na noite
Que esquece e aquece as luzes distantes
Da figueira acessa ao longe
Convidando todos a se amar, a se entregar
E mesmo entregues, não nos entregamos, nos vestimos de cinza
Para elevar o amor e torná-lo poesia, para transformar a dor em coisa fúnebre,
Para rir do desejo indelével que corrói nossos corpos
Luz, câmara e cadê a ação?
Pode estar no coração ou na razão
Desse mês Paixão
Por: Gil, Dani, Rudival e Ítalo em 09/06/07
EPITÁFIO
O largo dos ombros
A luz dos olhos
As curvas do corpo
Serpentes de persuasão
Do que imagina inocente o desejo
Luz de vela, som, boa conversa
Tudo brilha numa noite que ilumina
E convida a olhar o amor imerso de um casal
Do prédio ao lado
Que está se beijando
E minha boca assassina sepulta meu beijo
Pecado sem perdão e sem penitência para quem perde o orvalho de tua essência
É o cheiro do amor no ar
Cheiro estonteante, inebriante
Num último beijo, sem promessa de voltar.
Por: Gil, Dani, Rudival e Ítalo em 09/06/07
sábado, 26 de maio de 2007
encontro marcado
Esta noite sonhei com nosso encontro, foi muito legal, parecia real. Ainda acho que aconteceu ... através de nossos sonhos... nossos espíritos reunidos durante a noite, quem sabe? Só sei que a sensação que senti era muito boa... todos reunidos, cantando, conversando... Este foi nosso encontro marcado.
terça-feira, 8 de maio de 2007
Luz e Mar
Resultado do nosso primeiro encontro da oficina de poesia
Autor(a): Ítalo e "Nós"
Luz e mar pra deslumbrar
Sonhar, almejar, ventar
Luz e mar.
Pra erotizar e cantar
a sereia do infinito mar.
Luz e mar.
pra amar, delirar,
imaginar e escritar.
Luz e mar pra finalizar.
Mar finito sublime..
encanto, admiração.
Luz e mar..
pra namorar?
pra passear?
Luz e mar será?
E sem luz e sem mar?
só ar?
Volto para a luz e para o mar...
Luz e mar.
E onde está o amar
nesse mar..
não sei,
vivo a procurar.
Mar, amar...
Encantar..
Enamorar...
Admirar...
Eu?!
Resultado do nosso primeiro encontro da oficina de poesia
Autor: Rudival e "Nós"
Não sou mais que um inseto pensante
Sem o balanço das ondas no mar..
Sou duro!
Sem o frescor da brisa da manhã
sou quente,ardente,inquieto.
Quero o não apalpável,
quero esbravejar, cutucar, bagunçar,
desdemocratizar esse meu pensar insetício.
inventar, criar, questionar.
acabo por pensar,
que alguma coisa no ar
sei lá, me faz acreditar
que sou mais que um inseto pensante:
sou um andarilho mais que andante,
que pensa, e não se engane,
que pensa mais adiante.
E nesse pensar chego.
Ou penso que chego,
a um patamar invejante.
Solidões
Resultado do nosso primeiro encontro da oficina de poesia
Autor(a): Daniela e "Nós"
Uma tarde de outono
folhas no chão
Ventar de além-mar
Pra acolher e abortar a sensação de bem estar
que a falsa contemporaneidade nos dar.
Contemporaneidade, solidão, individualidade.
conteporaneidade para o mar
Ou seria "Palomar"?
Hoje, nada de folhas no chão.
Hoje, as folhas estão sobre a mesa.
Nada de "Palomar"!
Hoje estamos, literalmente falando,
para o mar.
E para o mar vai
nosso recado..ou,
além do mar irá
nossos recados.
A lembrança, a solidão,
a ausência e a angústia,
sentimentos essenciais
em alguns momentos..
e em outros só fatos.
A concretude da pedra,
uma praia a chorar.
I° Encontro do "Nós Literário"
Foi tudo lindo...como passar uma tarde em Itapoã. O Crepúsculo exatamente neste dia, resolveu dar-nos um presente lindo. O entardecer foi realmente lindo.
Conversas agradáveis ao lado de pessoas legais e inteligentes, descontração, poesia, risos e troca de idéias, principalmente troca de idéias. Tudo isso regado a uma boa cervejinha gelada, para alguns, e um refrigerante, para outros.
Esse momento especial, marco do primeiro encontro do "Nós Literário", aconteceu no dia 30/04/07. E que venham mais e mais tardes como essa!!!
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